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terça-feira, 20 de julho de 2010

Acabo

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Filosofia de Oitavas

Hoje é dia de jogo!
Brasil X Chile!
Jogo de decisão!
Esse negócio de copa é um pouco como na vida... nos preparamos pra uma competição depois de anos fazendo tentativas, somando competências, errando e acertando... cumprimos etapas, passamos as fases e lá estamos em uma competição de proporções monumentais! Mesmo que na vida dos comuns, a abertura desse momento não tenha show de Shakiras e Black Eyed Peas, a gente sente tudo assim, as vezes até com trilha sonora!
Então entramos de cabeça na competição, passando por fases mais burocráticas do que decisivas. Passamos e chega um momento de um Brasil X Chile. Que não é nem perto da final! Temos um Holanda garantida antes disso! E do outro lado da rua, tem uma Argentina, uma Alemanha esperando por um confronto! São como decisões acertadas que te impulsionam pra frente, na direção do teu objetivo.
Mas a decisão de hoje é no campo!
Sorte na vida!
Sorte no jogo!
Sorte Brasil!

quarta-feira, 23 de junho de 2010

A taça do mundo é nossa.

Não temos a melhor educação, nem o melhor PIB, nem a melhor cultura, nem o melhor exército. Talvez, tenhamos o melhor time de futebol. Mas é um talvez tão talvez, que precisa de esperança. Esperança essa que sim, o brasileiro tem. Tem na busca do hospital quando está doente, tem no garimpo por uma escola pública com vaga, tem em fazer um salário mínimo durar um mês inteiro.
O futebol, à esta nação é nada mais do que o circo na Roma Antiga: a diversão, digo, distração ao povo. O futebol, mesmo fora de época de Copa do Mundo, distrai a todos, Corintianos, Flamenguistas, Fluminenses, Colorados e Gremistas. A bola em campo encanta multidões, distrai o domingo, une os amigos, traz alegria em meio a vida de correria.
Aquele esporte que já entretém sempre, seja na ida ao estádio, no jogo assistido no campo ou na implicância com os amigos do time adversário, ganha um mais além: na copa somos todos um único time. Cria-se uma atmosfera colorida de esperança, uma camada invisível de felicidade que omite todo e qualquer problema real que possa acontecer: há esperança.
Onze bem remunerados jogadores tem em seus nobres pezinhos a esperança de mais de 180 milhões de brasileiros. A esperança de vitória, a esperança de se poder dizer melhores do que outras nações. A esperança de que tudo é possível.
A Copa ilude a realidade dos brasileiros, dando um viés de vitória ilusória, como se a vitória da nação em um mísero campeonato esportivo fosse mudar a vida das crianças pobres que raquíticas caminham pelas ruas. Cria-se uma áurea coletiva de esperança, que deturpa a realidade e, pior, que paralisa o tempo de quem deve buscar sua real esperança de uma vida melhor. A ilusão da Copa atinge, de forma ainda mais sagaz e abrupta a aqueles aos quais a Taça do mundo nunca pertence.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

Resoluções para - temporada - 2010

Prometi que ia deixar de ser (na verdade, estar) espírito de porco. Que não ia mais reclamar... que deixaria de ser (estar) ‘secadora’. Não que eu estivesse torcendo contra, mas torcer significaria apoiar, dar valor e transmitir energias positivas... e isso eu não estava fazendo.
Criticar técnico, goleiro, zagueiro, diretoria... tudo parte da paixão! Muito disso, impulsividades e precipitações típicas do sentimento. Minha última aquisição literária –
O que a vida me ensinou de Mario Sergio Cortella, Ed. Saraiva – explica que a paixão é egoísta, que é obsessão nossa: por um time, por um objeto ou por uma pessoa. Mostra que essa fixação não é positiva e nem nos faz feliz.
De forma que a atitude a ser tomada é transformar a paixão em amor, esse sim implica trocas, dedicação e cuidados. Enfim, vou ser ‘queri’! Vou ser paciente! Apesar de que amar não significa concordar e mesmo as críticas nem sempre são depreciativas, dependendo da intenção elas podem até se tornar um positivo agente de um processo evolutivo da pessoa de uma forma geral.
Mas como essa diferença entre amor e paixão abre uma infinidade de teorias e opiniões, muito já foi dito, e tudo meio que cai no lugar comum, no óbvio, o problema é que o que é óbvio é esquecido/ ignorado. E é justamente quando a danada da paixão se instala, e domina. E isso vale pra todas as instâncias da vida.
E mesmo as escolhas óbvias, como torcer pela seleção do teu país. Por quê? E se eu quiser torcer pelos
Bafana Bafana? Mas a questão é justamente escolher paixões que se possa amar. E como é que se escolhe as paixões? e em qual investir? Como saber se vai virar amor? E se não começar com paixão? Se for só curiosidade? Acaso? Tô falando de tudo, romance, trabalho, profissão, futebol...
O recomendado é usar a paixão como propulsor, e acalmar o coração até a estabilidade do amor - aquele que cuida e se dedica. Pra que as escolhas que fazemos na vida sejam acertadas, e de fato proporcionem convivências felizes, tanto as sentimentais, quanto as profissionais e também as futebolísticas. Ou seja, tem que ser vigilante! Estar atenta pra perceber quando o sentimento está sendo justificado por motivos pouco consistentes, mas muito convincentes.
Então tá! Prometi, vou fazer. Já tenho algumas paixões: time, seleção.... Vou ser paciente, vou ser ‘queri’ e transformar minhas paixões em amores; no futebol, no trabalho, na vida.
Complicado pra caramba!

::: :: Procura-se amáveis paixões! :: :::

quarta-feira, 16 de junho de 2010

O jogo do Brasilllllllll

Por Nem bolas

Manter a coerência é e sempre foi um grande desafio para mim. Por isso, ontem, vi o jogo como manda minha religião, sem prestar a mínima atenção. Ô joguinho chato, será que alguém ficou vidrado assistindo?

Eu e uma vizinha tomamos chimarrão, comemos bruschettas e conversamos sobre os perigos da sociedade. E, eventualmente, ficamos quietas, nos momentos de gol.

Assisti na Band para fugir do Galvão.

sábado, 12 de junho de 2010

Nem aí pra Copa

Por Ana Emília Cardoso (nem bolas)

Há quatro anos atrás passei por uma experiência inusitada. Meu companheiro de alcova, que nunca sequer havia mencionado a palavra futebol no pouco mais de par de anos que estávamos juntos, se transformou no ‘homem-copa’. A saber, um ser que coleciona figurinhas, assiste a todos os jogos, torce por diversos times, não fala sobre outro assunto que não o onipresente evento desportivo, não escuta nem responde nada durante os jogos (ah, a tradicional audição seletiva masculina), enfim_ uma surpresa.

O casamento sobreviveu
. E eu jurei aos quatro ventos que juntaria dinheiro para em 2010 viajar para um país distante onde ninguém jamais tivesse ouvido falar do Pelé e/ou dos Ronaldos, de preferência com uma amiga bem legal que gostasse (não gostasse nesse caso se aplica melhor) das mesmas coisas que eu. Virei a ampulheta e a escondi no fundo do armário, para que s grãozinhos de areia a cair não me lembrassem que o tempo passava e o próximo mundial estava a caminho.

O lance da viagem não rolou. No começo do ano cheguei a pensar em ir pra Curitiba, minha Passárgada, onde certamente encontraria meus pares; gente que não tá nem aí pra Copa e que - no máximo - se reúne nos jogos do Brasil para tomar muitas cervejas. Copa pra mim sempre foi isso. E tava de bom tamanho. A comemoração de 1994 e a da 2002 foram memoráveis. Naquela época se torcia para o Brasil e ponto. Hoje cada pessoa que eu conheço torce para umas 10 seleções diferentes e não se empolga muito com a seleção canarinho (essa eu desenterrei do fundo do baú).

Por fim acabei ficando por aqui mesmo. Há um mês o clima da Copa me perturbava, mas agora que os jogos começaram, percebo que superestimei a importância do evento em minha vida. Na real, nos últimos dias asisti a fragmentos de diversos jogos. Hoje fomos a um churrasco bem legal, cuja mote eram os jogos, mas ninguém estava muito aí para o Maradona, Messi ou quem quer que fosse.

Mesmo para uma pessoa que não gosta de futebol, admito que é emocionante o clima das torcidas e eventualmente os comentaristas falam alguma coisa aproveitável. As vuvuzelas têm deixado os jogos com barulho de caixa de abelha, o que me remete a uma expressão inglesa - doghouse - que é um lugar subterrâneo e tedioso embaixo de uma casa de cachorro que os homens vão quando se comportam mal. - Quer ver o jogo hoje, é? Não vai fazer o que tínhamos combinado? Então, ok, fique com essa barulheira aí!

Começou!

Por Silvia Godoy (Days)

Eu adoro futebol! Amo o meu time – o daqui – mas adoro futebol sempre! Vou assistir todos os jogos da Copa, vou torcer pelos dois times, menos nos jogos do grupo G.

Técnicos, táticas e jogadores, sei de alguns. Opiniões e palpites surgem da observação do momento, mas com bastante pertinência – óbvio que há controvérsias – mas eu acredito no que digo!

Mas como o que tá rolando é a Jabulani, o assunto é a Copa do Mundo!!

E como nesse primeiro dia foi só empate – coisa pouco interessante na véspera de um dia dos namorados – queria comentar o dia de ontem, do “Fifa-World-Cup Kick Off Celebration”. Baita micro shows para 35.000 pessoas!

Muita música boa que todo mundo conhece e muitas outras que a gente tem que conhecer. Ao menos eu, não conhecia necas do que era ‘out of the’ circuito. Enfim, ficou a vontade de mais um pouco de todos.

Mas pra mim, o mais queridão de todos foi o ex-arcebispo anglicano Desmond Tutu! Não cantou nada e falou pouco, mas falou com o coração mais lindo que eu já vi! E foi o mais ovacionado de todos, mesmo antes de falar em Mandela. Que pessoa espetacular! Pureza e felicidade reais e não só pela Copa, mas muito mais pela nova ordem das coisas que está podendo ser expressa nesse evento.

Ativista da valorização e do respeito pelo ser humano, Tutu foi Nobel da Paz em 84 pela sua luta contra o apartheid – regime que imperava na África do Sul desde 1948 e que durou por mais 10 após esse reconhecimento ao trabalho do arcebispo.

Achei bacana! Muito mesmo! Achei bacana eles conhecerem quem faz a diferença na vida do seu povo e da importância disso. Ok, ainda tem muuuito problema pra se resolver, miséria, AIDS...
Só que me fez pensar... quem, faz/ fez alguma coisa nessa proporção no Brasil? Tá, a gente não tem ou teve apartheid, a escravidão foi abolida tem muito tempo. Mas não é que não tenhamos problemas seríssimos a serem resolvidos, questões sociais que interferem diretamente no respeito à dignidade do ser humano, algumas até raciais mesmo.

Tô eu falando do que eu não entendo: política, sociologia.... Mas quem a gente a vai ovacionar em 2014?

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Apiiiita o ínicio do jogo!!
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